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Confira a capa animada e o que o autor de Percy Jackson tem a dizer sobre “King of Thorns” da “Trilogia dos Espinhos”

Lá vem mais um lançamento caprichado da editora Darkside, agora é a vez de “King of Thorns”, segundo livro da saga de fantasia dark iniciada com “Prince of Thorns”, também lançado pela editora em setembro de 2013, que conta a história de Jorg, um príncipe que quando criança testemunha o assassinato de sua mãe e irmão caçula, e é jogado em um arbusto cheio de espinho, logo ele se vê obrigado a amadurecer para saciar o seu desejo de vingança e poder.

A editora liberou uma capa animada – que você pode ver logo abaixo – e um release de nada mais nada menos que Rick Riodan, autor da série de livros Percy Jackson

Ninguém melhor para falar da aclamada Trilogia dos Espinho do que Rick Riordan, o autor da série Percy Jackson.

Este é o meu livro favorito desta excelente trilogia, pois tudo joga contra o nosso anti-herói Jorg. As apostas são altas e as reviravoltas, perfeitas. Depois de assassinar seu tio e garantir um pequeno reino nas montanhas, o jovem Jorg agora encara um inimigo carismático e poderoso – o Princípe de Arrow –, que parece destinado a reunir o Império Destruído. A ação salta entre o presente e o passado, e nos mostra como Jorg viajou pelo império e conseguiu reunir recursos e forças para enfrentar uma batalha aparentemente impossível de ser vencida. Acompanhamos também a história pelo ponto de vista de Katherine, a mulher que Jorg deseja mais do que ninguém, e que ele está destinado a não conquistar jamais.

Apesar de Jorg continuar a ser o mais maquiavélico dos protagonistas, sem hesitação para matar, mutilar ou destruir, caso isso o ajude a alcançar seus objetivos, passamos a compreendê-lo melhor neste livro, e é impossível não torcer por ele. Ele consegue renovar e dar uma reviravolta brutal, explodindo com todas as armadilhas românticas da grande fantasia – lealdade, honra, o bem contra mal e a fé em um causa maior. Às vezes, quando você vê aquele cavaleiro branco em seu cavalo, com uma armadura reluzente e um sorriso brilhante, só quer atirá-lo no chão e dar-lhe um murro na cara dele por ser tão perfeito. Se você já teve essa sensação algum vez, Jorg é o cara.[…]

“Não se compara a nada que eu já li.”

RICK RIORDAN

CAPA ANIMADA

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“Crimes Vitorianos Macabros” Revela as realidades terríveis de crimes reais na era vitoriana

Em Crimes Vitorianos Macabros, os renomados historiadores Kate Clarke, M.W. Oldridge, Neil R.A. Bell e Trevor Bond, revelam as realidades terríveis desse aspecto da vida vitoriana, oferecendo um perfil não apenas dos criminosos e suas vítimas, mas também de policiais, cientistas forenses e outros que mergulharam nas densas sombras do século XIX. Obra de referência única, o livro é uma leitura certa para todos que se interessam por crimes reais, repleta de indicações e recomendações para quem deseja se aprofundar na atmosfera misteriosa e macabra do período.

Poucas coisas evocam mais a Grã-Bretanha da era vitoriana do que seus criminosos. Junto com as ferrovias, os lampiões a gás e a névoa constante, eles são ingredientes vitais em qualquer narrativa que procure retratar o período. A verdade, no entanto, era com frequência mais estranha, emocionante e assustadora do que a ficção.

Crimes notórios — o assassinato de Road Hill, o mistério de Balham e Jack, o Estripador — se somam aos casos esquecidos e negligenciados. A obra apresenta histórias chocantes e aterrorizantes e expõe também os horrores do cotidiano da época, em relatos impressionantes e contundentes. Entre eles, temos o de Amelia Dyer, a “criadora de bebês” que anunciava um lar amoroso a bebês indesejados, mas os matava impiedosamente, e a história de Mary Anne Cotton, que envenenou vários maridos, filhos e outros parentes a fim de obter o dinheiro do seguro de suas mortes. Outro caso notável é o de James “Babbacombe” Lee, condenado por matar seu empregador. Ele sobreviveu a três tentativas de enforcamento e escapou em liberdade. Entre os carrascos do período, destacam-se James Berry (que tentou executar Lee sem sucesso), Thomas Calcraft e William Marwood.

Embora vista hoje como uma época violenta, a era vitoriana registrou poucas tentativas de assassinato de personalidades. Apesar de alguns atentados contra a rainha Vitória durante seu longo reinado, ela nunca chegou sequer a ser ferida. A única vítima realmente ilustre foi Edward Drummond, secretário do primeiro-ministro Robert Peel. O livro também fala sobre Charles Dickens, talvez o maior escritor de ficção policial da época; e sobre o triste episódio da lendária Dorset Street, no East End, apelidada como “a pior rua de Londres” devido à sua história de superlotação, abuso de álcool, prostituição, violência doméstica e assassinatos.

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