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Realidade Cruel contra Mulheres é mostrada em “Bom Dia, Verônica” da Netflix

“Bom Dia, Verônica” é uma obra literária nacional que ganhou adaptação pela Netflix e tem estreia marcada para dia 1º de outubro. A pergunta que vou responder pra você é… A série está tão boa quanto o livro? Descubra abaixo!

“Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, ele decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.”

Tive a oportunidade de ler o livro em 2018 e infelizmente a minha “boa memória” não me permite lembrar detalhes para comentar o que achei da adaptação, mas o que pude notar é que o início da série tem uma mudança de algo bem marcante, que não chega a alterar nada no enredo, mas particularmente eu prefiro como está no livro. Você que leu vai saber do que estou falando, já pra quem apenas assistiu é uma cena bem marcante na delegacia logo no início do primeiro episódio.

Raphael Montes e Ilana Casoy escreveram e também produziram a série, e posso adiantar que eles fizeram um trabalho incrível. Porém, quando se trata de qualquer tipo de produção nacional o público brasileiro sempre pesa a mão na hora de criticar e qualquer detalhe que não agrade é motivo para desmerecer um trabalho. E aqui os detalhes que podem gerar um incomodo não atrapalham o ótimo desenvolvimento narrativo.

Atuações são o que sempre diferem de produções estrangeiras, pois estamos ouvindo nossa língua materna, qualquer frase que soe como algo decorado ou que tenha um exagero estranho que não condiz muito com a situação e fica aquele clima de frase de efeito, desagrada e muito. E em “Bom Dia, Verônica” temos atuações que conseguem evocar o desconforto, a preocupação e até mesmo uma tensão, tudo no bom sentido. Tainá Müller interpreta uma Verônica poderosa que é de tirar o chapéu. Quando descobri que o Eduardo Moscovis seria o Brandão, fiquei com uma pulga atrás da orelha, mas ele conseguiu mexer com meu íntimo nos primeiros episódios! E o que dizer de Camila Morgado que interpreta Janete, uma personagem cheia de problemas, onde Morgado transmite suas inseguranças logo em suas primeiras cenas, é fácil sentir o medo dela só pelo olhar.

Dois detalhes que incomodaram foram a trilha sonora e o desenrolar acelerado de algumas cenas. Algumas músicas, principalmente durante investigações poderiam ser mais obscuras para causar uma tensão maior, que não é o caso. E podemos notar que correram com algumas cenas, conversas que sofrem um corte depois de 2, 4 frases e pula pra outra interação. Isso faz com que a série se torne mais dinâmica, sem dúvida, mas também impede que sintamos mais empatia pelo que tal personagem está passando naquele momento exato. Mas ainda assim “Bom Dia, Verônica” consegue manter uma qualidade incrível, com uma paleta de cores bonitas, fotografia que deixa São Paulo uma cidade totalmente cinematográfica e sobre a história nem preciso comentar.

Os casos são intensos, as críticas sobre machismo, corrupção, e o quão as mulheres são violadas pela sociedade é de doer. É uma realidade cruel sobre o que as mulheres são forçadas a enfrentar todos os dias. São mais de 30 casos de estupros por dia apenas em São Paulo, como é citado na série.

Outra coisa muito boa usada nos primeiros episódios foram os cliffhanger que te deixa com muita vontade de continuar assistindo os próximos episódios pra saber o que vai acontecer, um recurso que anda muito em falta nas séries!

Se você gosta de séries criminais e investigação, “Bom Dia Verônica” com certeza vai te agradar. Até você que não é muito fã do gênero pode acabar curtindo a série.

O livro “Bom Dia, Verônica” foi lançado pela Darkside Books, se você tem interesse em adquiri-lo aqui está o link. E assista a série aqui.

Cinema

Filme de terror brasileiro “A Gruta” estreia no Amazon Prime Video

Estreia no Amazon Prime Video o terror “A Gruta” com Carolina Ferraz e Nayara Justina.

O longa nacional é dirigido e produzido por Arthur Vinciprova, que também atua como o protagonista Jesus, “A Gruta” estreou no dia 29 de outubro no streaming Amazon Prime Video (clique aqui para assistir ao filme “A Gruta”). A atriz Carolina Ferraz interpreta uma freira a quem um rapaz pede ajuda após um evento traumático. O que era para ser um passeio entre amigos acaba se tornando um pesadelo com consequências terríveis.

O jovem Jesus é encontrado em estado grave no fundo de uma gruta interditada. A polícia o acusa de ter assassinado sua mulher, dois amigos e a guia que os conduzia. Mas ele nega os assassinatos e se recusa a colaborar com a polícia. Jesus tem certeza de que sua mulher foi possuída por um espírito demoníaco que vivia na gruta. E diz que, ainda agora, na cama do hospital, consegue ouvi-lo.

Assista ao trailer de “A Gruta”:

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Cinema

Títulos e Sinopses dos Próximos Filmes de “Welcome to the Blumhouse”

Depois que a Amazon Prime Video abriu as portas de “Welcome to the Blumhouse” pudemos acompanhar 4 histórias: “Black Box”, “The Lie”, “Evil Eye” e “Nocturno” e foi anunciado a lista das próximas quatro produções desta coleção de oito filmes produzidos pelo Amazon Studios e Blumhouse Television, de Jason Blum.

Os próximos capítulos são: “The Manor”, escrito e dirigido por Axelle Carolyn; “Black as Night”, da diretora Maritte Lee Go; “Madres”, dirigido por Ryan Zaragoza; e ‘Bingo”, da diretora Gigi Saul Guerrero.  Eles serão lançados em 2021 no Prime Video.

“Vindo do lançamento bem-sucedido dos quatro primeiros filmes do programa, que superou nossas expectativas, estamos empolgados em revelar o próximo capítulo, que chegará em 2021”, disse Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “O formigamento na espinha e a sensação de arrepiar continuam nesta próxima coleção de títulos que, certamente, irão entreter, surpreender e chocar nossos clientes globais.”

“Estamos entusiasmados em ver como o público em todo o mundo respondeu aos filmes da lista de Welcome to the Blumhouse. Não poderíamos estar mais orgulhosos do trabalho desses cineastas, elenco e equipe talentosos de todos os filmes”, disse Jeremy Gold, presidente da Blumhouse Television. “E estamos animados em apresentar a próxima onda de filmes e os incríveis cineastas em seu comando.”

“The Manor” é escrito e dirigido por Axelle Carolyn e estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane.

Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar. O filme conta com produção executiva de Jason Blum, Jeremy Gold, Marci Wiseman, Lisa Bruce, Sandy King e Richard J. Bosner.

“Black as Night” tem direção de Maritte Lee Go e roteiro de Sherman Payne. O elenco é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith.

Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos não privilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do seu crush e de uma peculiar garota rica. O filme tem produção executiva de Jason Blum, Jeremy Gold, Marci Wiseman, Lisa Bruce, Maggie Malina e Guy Stodel.

“Madres” é dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e tem roteiro de Marcella Ochoa e Mario Miscione. O longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.

Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto. A produção executiva é de Jason Blum, Jeremy Gold, Marci Wiseman, Lisa Bruce, Sanjay Sharma e Matthew Myers.

“Bingo” conta com direção de Gigi Saul Guerrero e roteiro de Shane McKenzie, Gigi Saul Guerrero e Perry Blackshear.

No bairro de Oak Springs vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro. Jason Blum, Jeremy Gold, Marci Wiseman e Raynor Shima assinam como produtores executivos.

E se você ainda não assistiu nosso debate sobre os primeiros filmes da antologia “Welcome to the Blumhouse”, dá o play aí:

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