Cola na gente

Cinema

Concurso cultural “Você n’O Espelho”

Abuse da criatividade e concorra a ingressos para o filme “O Espelho”. Para participar basta seguir apenas 2 passos bem simples. Se liga:

1- Envie uma foto de sua autoria com o tema ESPELHO e a frase Eu quero assistir “#OEspelho” com @TrilhaDoMedo e #PlayArte no cinema” como descrição. Sua foto pode ser publicada no instagram, facebook, tumblr, twitter, todo tipo de rede social.

2- Preencha o formulário abaixo:


Pronto! Você já está participando e agora é só aguardar…

Os irmãos Tim (Brenton Thwaits) e Kaylie (Karen Gillan) viviam felizes com seus pais até que Tim é acusado de matá-los e vai preso. Anos depois, sob custódia preventiva, Tim é libertado e tenta esquecer o que aconteceu, mas Kaylie tem certeza de que o verdadeiro responsável pelas morte é um espelho, herança da família, que seria assombrado. Dessa forma, ela convence o irmão a ajudá-la a quebrar a maldição. O filme ficou em 2º lugar no People Choice Awards no Toronto International Film Festival.

O Espelho estreia nos cinemas em 3 de Julho com distribuição pelo Grupo PlayArte. Saiba mais sobre o filme: http://bit.ly/1jLGZc6

REGULAMENTO


* Só serão aceitos participantes que estiverem residindo em território brasileiro.
* Serão desclassificados perfis fakes e que não cumpram com as regras do regulamento.
* Os ganhadores serão selecionados a partir dos seguintes critérios: Criatividade e temática.

1- O concurso cultural acontecerá entre os dias 26 de Junho e 3 de Julho de 2014, com o resultado sendo publicado no site da Trilha do Medo até o dia 11 de Julho.
2- A imagem enviada pelo participante deve ser de autoria própria. É permitido o uso de editores de imagens.
2- Os ganhadores serão sorteados dentre aqueles que estiverem cumprindo as regras especificadas no regulamento.
3- O participante que enviar os dados incompletos será comunicado uma única vez, tendo o prazo de 3(três) dias para a resposta. Caso ausência de resposta, o(a) ganhador(a) será desclassificado(a).
4- O envio dos ingressos é de responsabilidade da equipe da Trilha do Medo.
5- Depois que o participante enviar o formulário preenchido estará aceitando todos os termos citados acima.

Advertisement
Clique para comentar

Cinema

Curiosidades do Filme de Terror “Hereditário”

Primeiro filme do cineasta Ari Aster, cheio de simbolismos e mensagens escondidas. Um drama familiar carregado de sofrimento e manipulações diante da impotência de seus personagens, um luto que parece interminável e as influências de um culto satânico sinistro, “Hereditário” é tudo isso e mais um pouco.

O trailer de “Hereditário” foi exibido acidentalmente no início do filme familiar “Pedro Coelho”, em Innaloo, Austrália. Causando um pequeno pânico no cinema com os pais fugindo da sala com os filhos. O cinema acabou desligando a tela e ofereceu a todos os membros da plateia um ingresso de cortesia como pedido de desculpas pelo erro.


O demônio apresentado em “Hereditário” é Paimon, na demonologia ele é retratado como um homem forte com um rosto feminino, usando uma gloriosa coroa e montado em um dromedário, ele é um dos reis do inferno, muito obediente a Lúcifer. O som que Charlie faz com a boca representa o barulho do galope do dromedário de Paimon.


Nas páginas do livro que Annie encontra, é mencionado que o anfitrião masculino do demônio deve estar desgastado o suficiente para Paimon entrar em seu corpo. Os eventos do filme criam essas condições.


Toni Collette havia dito ao seu agente que não queria fazer mais filmes pesados e sombrios, no entanto, ela amou tanto o roteiro de “Hereditário” que não conseguiu recusar. Collette disse à revista Time: “estou cansada de trabalhos pesados, que me fazem chorar o tempo todo. Quero fazer filmes engraçados. Mas meu agente ligou e disse ‘eu sei, mas você precisa ler este roteiro’. E ele estava certo. Eu amei.”

Podemos ver palavras escritas no papel de parede dos quartos dos membros da família. Simplificando, eles são encantamentos mágicos, provavelmente colocados ali pela avó na tentativa de abrir o caminho para Paimon retornar. ‘Satony’ é uma palavra usada em um Ritual de Necromancia (comunicação com os mortos), ‘Zasas’ é uma palavra usada pelo ocultista Aleister Crowley ao convocar um demônio chamado Choronzon e ‘Liftoach Pandemonium’ é uma combinação da palavra hebraica que significa ‘abrir’ e a palavra pandemium, que no contexto da obra Paraíso Perdido, de Milton, se refere a um lugar onde Lúcifer e os caídos existem.

Ari Aster disse certa vez que queria gerar sustos que fossem emocionalmente justificados, em vez de se apoiar apenas nos tradicionais jump scares.


Segundo Alex Wolff, o corte original do filme teve mais de 3 horas. As imagens cortadas consistem principalmente em mais diálogo familiar.

(por volta de 1h 6 min) Para fazer a lousa escrever sozinha, a equipe de efeitos especiais colocou um ímã no giz e um ímã no outro lado da lousa para fazer o giz se mover – “foi muito difícil conseguir colocar um pequeno ímã dentro do giz e faze-lo escrever sem problemas”.

Toni Collette afirmou que Ari Aster foi o diretor mais preparado com o qual já trabalhou.

Ari Aster pediu que Alex Wolff e Milly Shapiro saíssem para comer sem que saíssem de seus personagens algumas vezes, e eles ficaram sentados por umas três horas em silêncio enquanto Milly não falava e Alex tentava fazê-la falar. Eles também tiveram que ir comprar um moletom para Milly, e Alex teve que descobrir que tipo de moletom ela queria.

Alex Wolff disse que Gabriel Byrne é uma das pessoas favoritas com quem ele já trabalhou. Gabriel Byrne interpretou o pai de Alex Wolff anteriormente no programa da HBO “Em Terapia (2008)” – eles brincaram que a cada sete anos vão interpretar pai e filho.

O produtor disse que foi bom Gabriel Byrne e Alex Wolff já terem trabalhado juntos antes, e Alex e Milly Shapiro se conheciam da época da escola na qual estudaram juntos, isso fez de Toni Collette a pessoa de fora, o que refletia o caráter de Annie e os sentimentos de alienação dentro de sua própria família.

Ari Aster escreveu biografias detalhadas para todos os personagens antes mesmo de escrever o roteiro.

O filme foi rodado em 32 dias.

O compositor Colin Stetson encontrou inspiração para a trilha sonora através de sons de “água e animais enquanto caminhava em uma noite sombria”.

Ari Aster gostou de Utah para filmar porque achava as montanhas lindas e de tirar o fôlego, mas também ameaçadoras e sinistras.

Todo o interior da casa foi construído em um sound stage (palco sonoro) em Utah, a fim de seguir o cronograma de gravação de Ari Aster. Eles precisavam ser capazes de remover paredes e tetos, para filmar os cômodos e faze-los se parecer exatamente com as miniaturas.

Ari Aster queria que qualquer efeito fosse prático (efeito especial que não utiliza computação gráfica), e não na pós-produção.

A designer de produção Grace Yun pesquisou rituais e cultos pagãos reais para desenvolver o design dos cenários. Além de ter que trabalhar simultaneamente com o miniaturista Steve Newburn, garantindo que a casa da família Graham e as miniaturas fossem exatamente iguais.

 


Charlie é uma personagem transgênero e se mostra desconfortável com seu corpo durante o filme, a menina é a reincarnação de Paimon desde o início, o culto satânico da avó arquiteta todo o desenrolar da história para que Paimon seja libertado do corpo de Charlie e enfim possuir Peter. No livro que Annie encontra ela vê sublinhado o trecho que diz: “Rei Paimon é masculino, assim cobiçoso de um corpo humano masculino.”

(cerca de 14 minutos) Na primeira cena de Peter na escola, as palavras “Escaping Fate” estão na lousa atras do professor. Esta é uma referência a “Halloween: A Noite do Terror” (1978), onde a personagem principal discute o mesmo em sala de aula.

Toni Collette afirmou que foi muito à academia durante as filmagens porque precisava se movimentar bastante durante um processo tão árduo de filmagem.


A designer de produção queria brincar com a ideia de “geometria sagrada” – triângulo (Annie, Peter, Charlie), quadrado (introduz o personagem de Steve, lar, fundamento), círculo (infinito, gênese, Ellen) – todas as formas diferentes embutidas no design do conjunto. Se você olhar de perto, o corredor do segundo andar tem quadrados e triângulos talhados.

O filme se utiliza das miniaturas para representar as influências e manipulações sofridas pelos personagens, como bonecos sem livre arbítrio, fadados ao destino arquitetado pelo culto satânico e Paimon.

Alex Wolff disse que este filme foi mais exigente do que qualquer coisa que ele já fez.

O filme contém cerca de 85 minutos de música, e Colin Stetson trabalhou 16 horas por dia para completá-lo.

Toni Collette disse que um de seus momentos mais memoráveis no set foi ao ficar ensopada em água totalmente vestida para a cena do solvente de tinta.

Ari Aster procurou o compositor Colin Stetson dois anos antes de começar a produção do filme. A principal direção que Aster deu ao compositor para a trilha sonora era fazer com que “se sentisse mal”. Stetson viu a trilha como seu próprio personagem no filme.

Ari Aster também projetou uma lista de filmagens de 75 páginas para a cinematografia antes mesmo que eles tivessem locações.

Este foi o quarto filme da A24 a obter um amplo lançamento após A Bruxa (2015), Free Fire: O Tiroteio (2016) e Ao Cair da Noite (2017).

Ari Aster começou a construir uma rede de colaboradores em potencial para este filme anos antes do projeto receber sinal verde para ser realizado.

Essa foi a estreia no cinema de Milly Shapiro. No teatro ela interpretou Matilda no musical homônimo da Broadway quando tinha 10 anos de idade.

O diretor de fotografia Pawel Pogorzelski foi colega de classe de Ari Aster no American Film Institute Conservatory.

Alex Wolff decidiu seguir um método para este filme e insistiu em ser chamado de ‘Peter’ durante a produção. Depois de filmar sua última cena, ele se apresentou simbolicamente à equipe como ‘Alex’.

(em torno de 20 minutos) Na cena da terapia de grupo, Annie alega que sua mãe sofria de Transtorno de Identidade Desassociativo, a mesma doença mental da personagem de Toni Collette na série do Showtime “United States of Tara” (2009), apresentando Toni como uma mulher com transtorno dissociativo de identidade tentando criar seus filhos, manter seu casamento e descobrir por que ela pode estar sofrendo desse transtorno.

(por volta de 1h 23min) a voz no telefone ligando para Annie para tratar sobre sua data de exibição na Galeria Archer, é do próprio Ari Aster.

Durante a reunião de apoio, Annie relata o suicídio de seu irmão aos 16 anos e afirma que sua carta de suicídio culpava a mãe (Ellen) por “colocar pessoas dentro dele”. Embora Annie considere isso como um sinal de esquizofrenia, Ellen originalmente tentava conjurar Paimon através de seu próprio filho. Sua morte (e seu fracasso em convocar Paimon) explica por que Ellen pressionou Annie a ter filhos, e por que Charlie afirma no início do filme que sua avó desejava que ela fosse menino.

(por volta das 1h 35min) Em uma entrevista, Alex Wolff explica que ele queria realmente quebrar o nariz para a cena em que seu personagem bate a cabeça em uma mesa. O diretor Ari Aster recusou respeitosamente a oferta e disse a Wolff que eles dariam a ele uma mesa macia e almofadada para a cena. Quando chegou a hora da cena ser filmada, Wolff bateu a cabeça tão forte na mesa que apesar da espuma tinha o fundo duro. Ele acabou deslocando a mandíbula (que é uma lesão anterior que o ator teve) na cena.

(por volta de 28 minutos) Quando Peter e Charlie estão a caminho da festa, o simbolo do culto pode ser visto gravado no poste que mais tarde decapita Charlie.

A campanha publicitária da “Hereditário” foi creditada por manter a morte de Charlie em segredo dos espectadores, principalmente por mostrar Milly Shapiro com destaque no trailer, apesar de Charlie estar vivo por apenas um quarto do filme. Esse engano deliberado é semelhante ao clássico de terror Psicose (1960), onde Janet Leigh foi feita para se parecer com a estrela do filme, apenas para ser assassinada em um terço do caminho.

A língua falada durante a “invocação” que é dada a Annie é uma combinação de hebraico e enochiano.

Uma das maneiras pelas quais Ari Aster apresentou o filme quando o lançou foi “é uma história sobre um ritual de possessão de uma vida inteira contada da perspectiva do cordeiro sacrificado”.

O diorama de Charlie no filme mostra figuras sem cabeça curvando-se para uma criatura com cabeça de pombo com uma coroa – muito semelhante à cena final do filme.

(em torno de 14 minutos) Em uma cena inicial, o assunto do livre-arbítrio é discutido enquanto menciona uma das peças de Sófocles. Na mesma linha, o filme afirma que a Família Graham não tem voz sobre os eventos que estão ocorrendo. Para Aster, o filme é muito grego nesse sentido e a maneira como as coisas acontecem é inevitável. É aí que entraram as casas de bonecas. Annie cria essas figuras e casas de bonecas em miniatura e elas servem como uma metáfora perfeita para a situação; eles estão em uma casa de bonecas sendo manipulados por forças externas.

(por volta das 1h 35min) Em uma das cenas da sala de aula de Peter, o professor está falando sobre o sacrifício de Ifigênia, a filha de Agamenon. Ifigênia e Charlie são filhas que foram sacrificadas na esperança de produzir um grande evento; uma sendo a vitória contra os troianos e a outra a criação de Paimon.

Um dos amigos de Peter, por baixo das arquibancadas, pode ser visto no final do filme como um dos cultistas secretos da cidade. Quando eles estão fumando na escola, ele é o personagem com um coque. Quando a câmera segue lentamente os pés de Peter na casa da árvore, ela passa por cima das cabeças dos cultistas ajoelhados. O mais próximo na cena é o rapaz do coque.

(aproximadamente 4 minutos) Durante seu discurso no funeral, Annie menciona que há muitos estranhos na cerimônia. Mais tarde, é revelado que sua mãe era a rainha do culto. Os estranhos no funeral eram membros do culto, alguns dos quais podem ser vistos dentro e ao redor da casa durante o ato final do filme.

(cerca de 30 minutos) Durante a cena da festa, quando Peter entra no quarto para fumar maconha, alguns adolescentes assistem a um vídeo em preto e branco em um laptop de alguém sendo decapitado numa guilhotina – prenunciando as múltiplas decapitações do filme.

A primeira cena de decapitação é muito semelhante a um evento da vida real em Marietta, Geórgia, em 2004. Um jovem e seu amigo voltavam para casa muito bêbados depois de uma festa. O passageiro se sentiu mal e colocou a cabeça para fora da janela, caso precisasse vomitar, foi quando o motorista acidentalmente desviou perto de um poste e decapitou o passageiro. O motorista estava tão bêbado que não percebeu que seu amigo havia sido decapitado e continuou a dirigir para casa, estacionou na garagem de seus pais com o amigo decapitado no carro e entrou para dormir durante toda a noite.

A canção sinistra no final do filme é uma versão especial de uma música chamada “Zadok the Priest”, escrita por George Frideric Handel em 1727 para a coroação do rei George II.


O símbolo que é mostrado ao longo do filme, particularmente no colar que Annie e sua mãe usam, é o verdadeiro selo do demônio Paimon, como mostrado em textos antigos de demonologia, com poucas modificações.

Há muitos efeitos sonoros e músicas altas na trilha sonora. Isso é realmente representado pelo demônio Paimon, que é descrito em sua chegada com música alta e pratos batendo.

Há muitas pistas, quanto a Peter ser o anfitrião desejado para Paimon. Foi Peter quem acidentalmente matou Charlie. Annie expressa medo e raiva constantes em relação a Peter (até o ponto em que pergunta a Annie por que ela tem medo dele) e, finalmente, porque Joan grita com Peter do outro lado da rua da escola, dizendo “eu o expulso” e “saia”, obviamente tentando se apoderar de seu corpo, para que Paimon o ocupe.

“Hereditário” compartilha várias semelhanças com outro filme da A24, A Bruxa (2015), apesar de ter cineastas diferentes. Ambos os filmes retratam famílias em dificuldades que sofrem de extrema dor e são alvos de cultos satânicos, ambos foram filmados perto de bosques e terminam com o filho mais velho da família sendo o suposto único sobrevivente e encontrando os cultos que os prejudicaram.

A corda de piano usada na decapitação auto-infligida por Annie é prenunciada momentos antes pelo piano sendo jogado na sala de estar enquanto Peter examina a cena de seu pai morto.

Na foto de abertura, uma runa de vida pode ser vista construída na lateral da casa da árvore. A runa da vida simboliza nascimento e começo. O aparecimento da runa da vida significa o início da história e prenuncia a casa da árvore como o local do renascimento de Paimon. Em cerca de 1 hora e 54 minutos, uma runa da morte pode ser vista no canto da parede do sótão. A runa da morte simboliza a morte e os finais. O aparecimento da runa da morte simboliza o fim da história e prenuncia a morte de Peter momentos depois.

O diretor não queria símbolos clichês em “Hereditário”. Isso gerou uma pesquisa profunda sobre o ocultismo, disse o diretor Ari Aster. “Eu queria evitar certos clichês e os símbolos óbvios”, disse ele ao Newsweek. “A primeira coisa que eu disse à equipe de design de produção quando começamos a procurar o que seria a simbologia foi: sem pentagramas, sem cruzes invertidas”.

Continue Lendo

Cinema

Curiosidades do filme “Nós”

Curiosidades de “Nós” de Jordan Peele, estrelado por Lupita Nyong’o, Winston Duke e Elisabeth Moss, que aborda uma família confrontada por um grupo de doppelgängers.

Lupita Nyong’o baseou a voz de Red em Robert F. Kennedy Jr., especificamente a disfonia espasmódica da qual ele sofre.

O versículo da Bíblia que aparece continuamente no filme (Jeremias 11:11) diz: “Portanto, assim diz o Senhor: Eis que trarei mal sobre eles, dos quais não poderão escapar; e, ainda que clamem a mim, Não lhes darei ouvidos”.


Assim como em “Os Garotos Perdidos (1987)”, várias cenas importantes acontecem no calçadão da praia de Santa Cruz. Isso é até mencionado quando a mãe de Adelaide (Anna Diop) diz: “Você sabe, eles estão filmando um filme ali no carrossel”.


Os cineastas não tiveram muito trabalho ao filmar no calçadão da praia de Santa Cruz, já que muitos jogos e brinquedos são originais desde a década de 1910. Além disso, de fato, existe um sistema de túneis subterrâneos sob o lugar, embora seja usado principalmente para armazenamento e abrigo em caso de emergência.

Imagens de arquivo da socialite Nicole Richie, de quando ela tinha 5 anos, aparecem no comercial Hands Across America no início do filme.

Os personagens de Duke Nicholson se chama Danny, e Jordan Peele lhe disse para interpretar o papel como Lloyd, o barman de O Iluminado (1980), sem perceber na época que ele era neto de Jack Nicholson.

Ironicamente, o nome da assistente virtual dos Tyler, Ophelia, vem do grego “ophéleia”, que significa “ajuda”.

(Cerca de 00:29:55) Gabe assiste uma partida de beisebol na televisão e o placar é anunciado como empatado em 11×11, um dos times é o Minnesota que tem o apelido de Twins (gêmeos).


Na cena inicial em que o comercial “Hands Across America” foi exibido, podemos ver o VHS de “C.H.U.D. – A Cidade das Sombras” (1984) e “Os Goonies” (1985) na prateleira à esquerda da TV. “C.H.U.D” é sobre criaturas subterrâneas e “Goonies” se passa principalmente em túneis subterrâneos.

A lanchonete onde a família vai comer é a “Copperpots”, uma referência a Chester Copperpot, o lendário caçador de tesouros de “Os Goonies” (1985).

O primeiro trabalho das gêmeos Cali Sheldon e Noelle Sheldon foi revezar o papel da bebê Emma na temporada final da série “Friends”.


“I Got 5 On It”, da dupla de hip-hop Luniz, é a música apresentada no trailer do filme e remixada em várias cenas. A música foi lançada em maio de 1995. Foi certificada como single de platina (um milhão de unidades vendidas) em outubro de 1995. O título significa dividir um pacote de $10 dólares (de maconha) entre duas pessoas.

Há uma personagem chamada Nancy cuja sua cópia se chama Syd. Esta é uma referência ao músico Sid Vicious da banda Sexy Pistol e sua namorada Nancy Spungen. Sid foi acusado pelo assassinato de Nancy em 1978.

Os coelhos, o salão de espelhos e os macacões vermelhos são referências a “Alice no país das maravilhas”. O salão de espelhos, em particular, a “Alice através do espelho”, enquanto os trajes vermelhos podem representar a Rainha Vermelha, vilã da história.


Vários aspectos da aparência e do plano dos “Tethered” (Amarrados) estão relacionados às últimas lembranças de Adelaide de sua vida na superfície. Todos os Tethered usam uma única luva, que era um acessório de Michael Jackson; O pai de Adelaide dá para ela uma camiseta de Thriller de Michael Jackson. Da mesma forma, “Hands Across America” fica na memória de Adelaide como um dos últimos eventos da cultura pop de que ela se lembrava antes de ser presa no lugar de sua cópia.


A camiseta de Thriller de Michael Jackson dada para Adelaide por seu pai na abertura do filme prenuncia o final; o filme e o videoclipe terminam com uma dúvida em relação à identidade do protagonista, pontuada com um sorriso ameaçadoramente sugestivo.

O corte inicial do filme não incluía a assustadora versão instrumental remixada de “I Got 5 On It”. Esta versão sombria foi mixada originalmente apenas para o trailer. No entanto, o público respondeu muito positivamente, que encorajou Jordan Peele a inseri-la na cena final do filme entre Adelaide e Red.

Embora nem todos os Tethereds sejam nomeados no filme, nos créditos finais todos recebem um nome designado em vermelho.

As tesouras usadas pelos Tethereds representa o objetivo de contar a ligação entre seus iguais da superfície.

Quando Jason se perde na praia, muitas das cenas referem-se diretamente às usadas em “Tubarão” (1975), durante tomadas semelhantes na praia. Jason está até vestindo uma camiseta de ‘Tubarão’, sublinhando ainda mais a reverência de Jordan Peele ao filme clássico.

Quando Addie e Zora estão conversando em seu quarto no início do filme, um dos livros na mesa final de Zora é intitulado “They Came From Below” (Eles Vieram de Baixo), que prenuncia a chegada dos Tethereds dos túneis subterrâneos.

Ao abordar o tema da dualidade, o título “Us” (nós) pode ser interpretado de duas maneiras. Em primeiro lugar, “nós” (Us) como pronome pessoal. Em segundo lugar, “Us” como uma abreviação para Estados Unidos (United States) . Durante um diálogo, ambas as interpretações são levadas em consideração quando Jason diz “Somos nós” e, mais tarde, Red diz “Somos americanos”.


“Hands Across America” foi um evento que aconteceu 1986 que visava aumentar a conscientização sobre a fome, formando uma corrente humana de uma ponta a outra dos EUA. O evento representava uma crítica à caridade (especialmente a caridade patrocinada por celebridades) funcionando perfeitamente como uma resposta à desigualdade estrutural alegorizada em “Nós” através dos Tethereds. “Hands Across America” rendeu relativamente pouco aos pobres devido a enormes despesas gerais e um grande número de compromissos não pagos. O comercial apresenta uma versão de “Les Fleurs”, que acaba sendo a música dos créditos finais do filme.

Quando a família Wilson consegue fugir no final com a ambulância, o número no teto é “1111”, o mesmo do vínculo da Bíblia (Jeremias 11:11) mostrado várias vezes durante o filme.

O funcionário do parque que administra o brinquedo Whac-a-Mole aparece vestindo uma camiseta do álbum “My War” da banda Black Flag. A capa do álbum apresenta um fantoche de mão vestindo vermelho e segurando uma faca. Além disso, a logo da Black Flag é composta por 4 retângulos pretos verticais, que também podem ser vistos como: IIII (Outra maneira inteligente de formar o 11:11).

Continue Lendo

Cinema

Five Nights at Freddy’s – Filme do Game está em Processo

A notícia que Chris Columbus (Harry Potter e a Pedra Filosofal) irá dirigir a adaptação da Blumhouse para o game de Scott Cawthon, ‘Five Nights at Freddy’s’, com o próprio Cawthon escrevendo o roteiro. E depois de quase dois anos depois do anuncio temos uma novidade sobre o projeto.

Jason Blum conversou com o Fandom na semana passada  e comentou sobre o filme:

“Está super ativo, então eu realmente sinto que temos uma chance muito boa de ver um filme de ‘Five Nights at Freddy’s'”, disse Blum. “Sinto que está realmente avançando; não está parado ou qualquer outra coisa. Pode parecer assim, porque não temos nenhum anúncio sobre isso, mas não está parado. Está avançando rapidamente. Não quero colocar uma linha do tempo, mas em breve teremos um filme. Eu realmente me sinto confiante sobre isso.”

“Estou seguindo o que sempre disse… ou o filme certo é feito ou nenhum filme é feito”, acrescentou Cawthon na época. “Eu odeio atrasar um projeto que já viu muitos atrasos, mas tenho que seguir meus instintos sobre o que acho que será emocionante e interessante, e o que acho que a base de fãs realmente deseja ver. Se isso significa que tenho que começar mais de dez vezes, é isso que vou fazer. O bom é que cada tentativa fica cada vez melhor, na minha opinião. Então, apesar dos atrasos, está indo na direção certa.”

 

Continue Lendo
Advertisement

Hype do momento