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The Society | O que aconteceria na 2ª temporada?

Como seria e o que aconteceria na segunda temporada de “The Society” se a série não tivesse sido cancelada pela Netflix?

The Society estava com uma segunda temporada confirmada pela Netflix, MAS como todos já sabemos a série foi cancelada [veja lista de séries canceladas de 2020] abruptamente, e isso foi uma surpresa até mesmo para o criador Christopher Keyser.

Hoje o Keyser resolveu desabafar sobre o caso e contou para o site Variety o quanto ficou desapontado e como seria a trama da segunda temporada se a série não fosse cancelada.

Veja um trecho da entrevista: “Passamos os últimos meses nos preparando para voltar, lidando com todos os protocolos de segurança do COVID. E então recebi uma ligação da Netflix dizendo: ‘Tomamos essa decisão’. Obviamente, foi muito perturbador e abrupto… Não posso fingir que estou surpreso. Sei que tivemos muitos meses de conversas sobre os desafios de produzir neste ambiente [pandêmico]… Contudo, para nossa desvantagem, temos um elenco grande e cenas muitas vezes com um número razoável de pessoas”.

Keyser continua: “[Na 2ª temporada veríamos] o estabelecimento do que chamamos de ‘Outpost’ e o eventual conflito entre eles e a cidade pelo controle… Levantando muitas grandes questões sobre a maneira como tratamos uns aos outros, a maneira como criamos sistemas de castas e uma subclasse. Veríamos grandes implicações políticas, mas também muitos novos relacionamentos – e também resolveríamos questões sobre quem estaria no poder e quem não estaria. [A 2ª temporada teria] uma descida para uma escuridão ainda maior – as regras não valem. Passamos muito tempo conversando sobre as razões pelas quais os filhos de West Ham se tornaram filhos de New Ham. Qual foi a causa disso, como eles poderiam voltar para casa.”

the society cancelada

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Realidade Cruel contra Mulheres é mostrado em “Bom Dia, Verônica” da Netflix

“Bom Dia, Verônica” é uma obra literária nacional que ganhou adaptação pela Netflix e tem estreia marcada para dia 1º de outubro. A pergunta que vou responder pra você é… A série está tão boa quanto o livro? Descubra abaixo!

“Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, ele decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.”

Tive a oportunidade de ler o livro em 2018 e infelizmente a minha “boa memória” não me permite lembrar detalhes para comentar o que achei da adaptação, mas o que pude notar é que o início da série tem uma mudança de algo bem marcante, que não chega a alterar nada no enredo, mas particularmente eu prefiro como está no livro. Você que leu vai saber do que estou falando, já pra quem apenas assistiu é uma cena bem marcante na delegacia logo no início do primeiro episódio.

Raphael Montes e Ilana Casoy escreveram e também produziram a série, e posso adiantar que eles fizeram um trabalho incrível. Porém, quando se trata de qualquer tipo de produção nacional o público brasileiro sempre pesa a mão na hora de criticar e qualquer detalhe que não agrade é motivo para desmerecer um trabalho. E aqui os detalhes que podem gerar um incomodo não atrapalham o ótimo desenvolvimento narrativo.

Atuações são o que sempre diferem de produções estrangeiras, pois estamos ouvindo nossa língua materna, qualquer frase que soe como algo decorado ou que tenha um exagero estranho que não condiz muito com a situação e fica aquele clima de frase de efeito, desagrada e muito. E em “Bom Dia, Verônica” temos atuações que conseguem evocar o desconforto, a preocupação e até mesmo uma tensão, tudo no bom sentido. Tainá Müller interpreta uma Verônica poderosa que é de tirar o chapéu. Quando descobri que o Eduardo Moscovis seria o Brandão, fiquei com uma pulga atrás da orelha, mas ele conseguiu mexer com meu íntimo nos primeiros episódios! E o que dizer de Camila Morgado que interpreta Janete, uma personagem cheia de problemas, onde Morgado transmite suas inseguranças logo em suas primeiras cenas, é fácil sentir o medo dela só pelo olhar.

Dois detalhes que incomodaram foram a trilha sonora e o desenrolar acelerado de algumas cenas. Algumas músicas, principalmente durante investigações poderiam ser mais obscuras para causar uma tensão maior, que não é o caso. E podemos notar que correram com algumas cenas, conversas que sofrem um corte depois de 2, 4 frases e pula pra outra interação. Isso faz com que a série se torne mais dinâmica, sem dúvida, mas também impede que sintamos mais empatia pelo que tal personagem está passando naquele momento exato. Mas ainda assim “Bom Dia, Verônica” consegue manter uma qualidade incrível, com uma paleta de cores bonitas, fotografia que deixa São Paulo uma cidade totalmente cinematográfica e sobre a história nem preciso comentar.

Os casos são intensos, as críticas sobre machismo, corrupção, e o quão as mulheres são violadas pela sociedade é de doer. É uma realidade cruel sobre o que as mulheres são forçadas a enfrentar todos os dias. São mais de 30 casos de estupros por dia apenas em São Paulo, como é citado na série.

Outra coisa muito boa usada nos primeiros episódios foram os cliffhanger que te deixa com muita vontade de continuar assistindo os próximos episódios pra saber o que vai acontecer, um recurso que anda muito em falta nas séries!

Se você gosta de séries criminais e investigação, “Bom Dia Verônica” com certeza vai te agradar. Até você que não é muito fã do gênero pode acabar curtindo a série.

O livro “Bom Dia, Verônica” foi lançado pela Darkside Books, se você tem interesse em adquiri-lo aqui está o link. E assista a série aqui.

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Cinema

Vampiros estão chegando na Netflix em Outubro

Filme de comédia com terror de vampiros da Netflix estreia dia 2 de outubro e tem divulgação repentina. Você ouviu falar de “Vampiros X The Bronx”? Não? Então assista ao trailer abaixo:

Um grupo de amigos do Bronx luta para salvar sua vizinhança de um bando de vampiros. O filme é uma metáfora sobre gentrificação.

Dirigido por Osmany Rodriguez que também escreveu o roteiro ao lado de Blaise Hemingway. O elenco é formado por Jaden Michael, Gregory Diaz IV, Sarah Gadon, Shea Whigham, Method Man, Coco Jones e Zoe Saldaña.

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