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Séries

12 crimes, 4 países e uma chance para descobrir a verdade

A franquia ‘Criminal’ chega no dia 20 de setembro no catálogo da Netflix. E um trailer com mais detalhes do enredo foi divulgado:

A primeira parte terá 12 episódios, não sabemos ao certo como a Netflix irá dividir os casos dos 4 países, mas em seu catálogo é possível acessar cada país individualmente.

Criminal – Reino Unidos:
Em um interrogatório exaustivo, detetives pressionam um médico de poucas palavras a confessar um assassinato. Com David Tennant, Clare-Hope Ashitey e Youssef Kerkour.

Criminal – Espanha:
Série policial ambientada numa sala de interrogatório, onde os depoimentos acontecem em meio a dramas pessoais. Com Emma Suárez, Carmen Machi e Álvaro Cervantes.

Criminal – Alemanha:
A série policial expõe o jogo de gato e rato entre agentes da lei e suspeitos dentro da sala de interrogatório. Como os atores convidados Nina Hoss e Peter Kurth.

Criminal – França:
Eles desvendam casos inteiros numa sala de interrogatório carregada de tensão. Com Nathalie Baye, Jérémie Renier e Sara Giraudeau.

A Netflix está realmente apostando no mundo dos crimes e está conquistando a galera. Você gosta da temática? Comente lá no nosso Instagram @trilhadomedo.

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Notícias

Realidade Cruel contra Mulheres é mostrado em “Bom Dia, Verônica” da Netflix

“Bom Dia, Verônica” é uma obra literária nacional que ganhou adaptação pela Netflix e tem estreia marcada para dia 1º de outubro. A pergunta que vou responder pra você é… A série está tão boa quanto o livro? Descubra abaixo!

“Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, ele decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.”

Tive a oportunidade de ler o livro em 2018 e infelizmente a minha “boa memória” não me permite lembrar detalhes para comentar o que achei da adaptação, mas o que pude notar é que o início da série tem uma mudança de algo bem marcante, que não chega a alterar nada no enredo, mas particularmente eu prefiro como está no livro. Você que leu vai saber do que estou falando, já pra quem apenas assistiu é uma cena bem marcante na delegacia logo no início do primeiro episódio.

Raphael Montes e Ilana Casoy escreveram e também produziram a série, e posso adiantar que eles fizeram um trabalho incrível. Porém, quando se trata de qualquer tipo de produção nacional o público brasileiro sempre pesa a mão na hora de criticar e qualquer detalhe que não agrade é motivo para desmerecer um trabalho. E aqui os detalhes que podem gerar um incomodo não atrapalham o ótimo desenvolvimento narrativo.

Atuações são o que sempre diferem de produções estrangeiras, pois estamos ouvindo nossa língua materna, qualquer frase que soe como algo decorado ou que tenha um exagero estranho que não condiz muito com a situação e fica aquele clima de frase de efeito, desagrada e muito. E em “Bom Dia, Verônica” temos atuações que conseguem evocar o desconforto, a preocupação e até mesmo uma tensão, tudo no bom sentido. Tainá Müller interpreta uma Verônica poderosa que é de tirar o chapéu. Quando descobri que o Eduardo Moscovis seria o Brandão, fiquei com uma pulga atrás da orelha, mas ele conseguiu mexer com meu íntimo nos primeiros episódios! E o que dizer de Camila Morgado que interpreta Janete, uma personagem cheia de problemas, onde Morgado transmite suas inseguranças logo em suas primeiras cenas, é fácil sentir o medo dela só pelo olhar.

Dois detalhes que incomodaram foram a trilha sonora e o desenrolar acelerado de algumas cenas. Algumas músicas, principalmente durante investigações poderiam ser mais obscuras para causar uma tensão maior, que não é o caso. E podemos notar que correram com algumas cenas, conversas que sofrem um corte depois de 2, 4 frases e pula pra outra interação. Isso faz com que a série se torne mais dinâmica, sem dúvida, mas também impede que sintamos mais empatia pelo que tal personagem está passando naquele momento exato. Mas ainda assim “Bom Dia, Verônica” consegue manter uma qualidade incrível, com uma paleta de cores bonitas, fotografia que deixa São Paulo uma cidade totalmente cinematográfica e sobre a história nem preciso comentar.

Os casos são intensos, as críticas sobre machismo, corrupção, e o quão as mulheres são violadas pela sociedade é de doer. É uma realidade cruel sobre o que as mulheres são forçadas a enfrentar todos os dias. São mais de 30 casos de estupros por dia apenas em São Paulo, como é citado na série.

Outra coisa muito boa usada nos primeiros episódios foram os cliffhanger que te deixa com muita vontade de continuar assistindo os próximos episódios pra saber o que vai acontecer, um recurso que anda muito em falta nas séries!

Se você gosta de séries criminais e investigação, “Bom Dia Verônica” com certeza vai te agradar. Até você que não é muito fã do gênero pode acabar curtindo a série.

O livro “Bom Dia, Verônica” foi lançado pela Darkside Books, se você tem interesse em adquiri-lo aqui está o link. E assista a série aqui.

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bastidores

“A Maldição da Mansão Bly” será um Romance Gótico diz Mike Flanagan

Para atiçar ainda mais a nossa ansiedade a Netflix liberou um vídeo de bastidores da série “A Maldição da Mansão Bly” que estreia dia 9 de outubro.

Mike Flanagan o criador da antologia comenta no vídeo abaixo que novamente ele utiliza dos fantasmas como feridas emocionais: “Eu realmente queria brincar mais com fantasmas sendo a expressão de feridas emocionais que carregamos.” Ele também comenta como o tempo afeta os personagens. “Como o passado e o presente podem ecoar um no outro, que os momentos não caem como um dominó, mas como confete.”

Junto com o produtor executivo Trevor Marcy, Flanagan comenta que Mansão Bly é um romance gótico, “mergulhado em mistério e destruição”. Marcy diz: “O amor vem em muitos tons, e também é meio difícil de separar do medo.”

Flanagan finaliza dizendo que espera que os fãs da antologia tirem proveito da conexão entre uma história de amor e de fantasmas. “As duas são a mesma coisa. Como cada um de nós, quando nos apaixonamos, é meio que dar à luz a um novo fantasma. Algo que nos seguirá pelo resto de nossas vidas.”

Confira na íntegra:

Estou arrepiado só com essas informações, imagina assistindo a série! Fiquem ligados que no dia 7 de outubro estreia o nosso vídeo comentando sobre a temporada “Mansão Bly” no canal TrilhadoMedoTV, clique aqui e já se inscreva para não perder!

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