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Stephen King, Clive Barker e Edgar Allan Poe juntos em antologia macabra

Para homenagear os grandes mestres da literatura dark, a DarkSide® Books e a Macabra Filmes lançam a Antologia Macabra. Organizada por Hans-Åke Lilja — editor do Lilja’s Library, um dos principais sites do mundo dedicados às obras de Stephen King, no ar desde 1996 —, a coletânea reúne o medo e o horror de treze almas macabras selecionadas a dedo para exaltar o que há de mais sombrio na literatura.

Entre histórias assombrosamente originais, os leitores encontrarão o raro “O compressor de ar azul”, do mestre Stephen King — que nunca apareceu em nenhuma das antologias do autor e, antes da publicação desta coletânea, não era impressa em lugar algum desde 1981 —, “O fim de tudo”, um momento de noir assustador de Brian Keene, “A dança do cemitério”, de Richard Chizmar, amigo e parceiro criativo de Stephen King, que mostra um homem caindo na loucura e obsessão, entre outros fragmentos tenebrosos.

O primeiro volume desta antologia chega pelo selo Macabra, resultado de um pacto de sangue entre a DarkSide® Books e a Macabra Filmes com o compromisso de trazer à vida livros e quadrinhos de horror, sempre com a qualidade já conhecida das edições da Caveira — puro terror, 100% macabra.

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Evento Literário ‘FLIPOP’ vai acontecer em Julho

Para a galera que ama um evento literário e está sofrendo com essa pandemia, temos uma ótima notícia.

A quarta edição da FLIPOP será on-line, com transmissão ao vivo pelo canal da Editora Seguinte. A programação será formada por 16 bate-papos, entre os dias 9 e 12 de julho, com autores nacionais e estrangeiros falando de temas como mercado editorial, gêneros literários, representatividade e leitura na adolescência.

FLIPOP é o festival de literatura pop, com foco nos jovens leitores. Criado pela Editora Seguinte em 2017, o festival atualmente é realizado em parceria com diversas editoras. A edição de 2019, que teve os ingressos esgotados, reuniu 57 autores no Centro Cultural São Paulo, entre eles Socorro Acioli, Pedro Bandeira, Iris Figueiredo e Thalita Rebouças. Devido à pandemia, a editora optou por realizar a FLIPOP 2020 via internet e distribuir sua programação ao longo de quatro dias.

A curadoria do evento está aceitando sugestões de autores para os bate-papos. Interessados devem preencher o formulário no site www.flipop.com.br até o dia 26 de maio. A participação no festival, tanto para leitores quanto para autores, é gratuita.

Anota aí na agenda virtual mais um evento sem sair de casa:

FLIPOP 2020
Quando: 9, 10, 11 e 12 de julho
Onde: youtube.com/EditoraSeguinteOficial
Site oficial: www.flipop.com.br
Evento gratuito.

Agora conta para todos os amigos leitores sobre essa novidade!

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curiosidades

Já Se Sentiu Sendo Observado? Temos um Livro pra Você!

Uma história sombria, sinistra e gelada, um verdadeiro tributo aos romances góticos clássicos – ‘O Silêncio da Casa Fria’, o novo lançamento da linha DarkLove.

Quando Elsie perdeu o marido apenas algumas semanas após o casamento, achou que já tinha sofrido o suficiente para uma vida inteira. Praticamente sozinha em uma casa enorme e isolada, ela jamais imaginou que os companheiros silenciosos — painéis de madeira que imitavam pessoas em atividades cotidianas —, um dia, seguiriam seus movimentos com os olhinhos pintados. Muito menos que eles apareceriam por conta própria em cômodos aleatórios…

Você gosta de histórias de fantasma vitorianas? Então ‘O Silêncio da Casa Fria’, de Laura Purcell é o que você precisa! Saiba mais aqui. E compre na pré-venda aqui.

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livro

Vitorianas Macabras expõe mulheres ilustres que contribuíram fortemente à literatura

A voz feminina na era vitoriana em treze contos de gelar a espinha, por Charlotte Brontë, Charlotte Riddell, Edith Nesbit e outras autoras sinistras

A Era Vitoriana foi um marco na história da Inglaterra e também no mundo. De um lado, o conservadorismo, a repressão e a subserviência. De outro, as transformações científicas, sociais e tecnológicas. Muito se fala sobre os homens que fizeram história naquela época, mas as mulheres também estavam travando suas próprias batalhas, desafiando convenções em nome da independência e da autonomia.

Para enaltecer as mulheres ilustres que prestaram uma contribuição formidável à literatura — e reparar a injustiça histórica que por séculos reverenciou apenas os homens —, a DarkSide® Books e a Macabra Filmes apresentam a antologia Vitorianas Macabras. Organizada em parceria com Marcia Heloisa — doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (UFF), também responsável pela tradução e já conhecida pelos darksiders por seu exímio trabalho com Bram Stoker e Edgar Allan Poe, na linha Medo Clássico —, a antologia apresenta treze histórias escritas por autoras que, assim como nós, foram cativadas pelo medo e por tudo aquilo que é sobrenatural.

Verdadeiramente assustadoras, as histórias desta antologia foram ecoadas em contos e romances publicados nos séculos seguintes, uma proeza e influência que apenas as tramas mais poderosas poderiam conseguir. Aqui, o medo se manifesta de diversas maneiras, todas elas terríveis, impressionantes… e difíceis de esquecer. Não vamos contar todos os segredos, mas aqui vai um gostinho do que está por vir: “A Prece”, de Violet Hunt, é uma espécie de avô de Cemitério Maldito; o perturbador “Onde o Fogo Não se Apaga”, de May Sinclair, reproduz a tensão dos slashers com a profundidade do terror psicológico; “O Conto da Velha Ama”, de Elizabeth Gaskell, e “O Mistério do Elevador”, de Louisa Baldwin, apresentam fantasmas memoráveis; já em “A Janela da Biblioteca”, Margaret Oliphant traz um ensaio melancólico sobre o fantasma da solidão.

“A voz dessas autoras é única, suas vidas são o verdadeiro assombro diante da grandeza de suas obras até então esquecidas”, afirma Christiano Menezes, diretor editorial da DarkSide®. “Há muito tempo eu não era tocada por textos tão poderosos”, completa Marcia Heloisa.

Vitorianas Macabras reúne ainda histórias de Charlotte Brontë, H.D. Everett, Vernon Lee, Rhoda Broughton, Charlotte Riddell, Edith Nesbit, Amelia B. Edwards e Mary Braddon. Essas mulheres, além de serem figuras ilustres do protagonismo feminino, tinham em comum, é claro, o amor pela literatura: passaram a vida escrevendo, transformaram as palavras em seu ofício e tocaram inúmeros leitores com seus escritos. Agora, chegou a sua vez.

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