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Ratched | Veja imagens da nova série de Ryan Murphy e Netflix

Criador de “American Horror Story”, Ryan Murphy se junta mais uma vez à Netflix com uma nova série no estilo de “AHS”.

“Ratched” terá 8 episódios contando a história de origem da enfermeira Mildred Ratched de “Um Estranho No Ninho” (One Flew Over the Cuckoo’sNurse), antes de se transformar na icônica vilã. Protagonizada por Sarah Paulson (American Horror Story, American Crime Story) como a personagem título e com Sharon Stone no elenco.

A série de drama e suspense estréia em 18 de setembro.

“Em 1947, Mildred chega ao norte da Califórnia para trabalhar em um hospital psiquiátrico, onde experiências na mente humana novas e perturbadoras começam. Em uma missão clandestina, Mildred se apresenta como a imagem perfeita do que uma enfermeira dedicada deveria ser, mas as rodas estão sempre girando e, quando ela começa a se infiltrar no sistema de saúde mental e naqueles que estão dentro dele, o exterior elegante de Mildred esconde uma escuridão crescente que há muito tempo que arde por dentro, revelando que verdadeiros monstros são criados, não nascem.”

A série é estrelada por Sarah Paulson como Mildred Ratched, Cynthia Nixon como Gwendolyn Briggs, Judy Davis como enfermeira Betsy Bucket, Sharon Stone como Lenore Osgood, Jon Jon Briones como Dr. Richard Hanover, Finn Wittrock como Edmund Tolleson, Charlie Carver como Huck e Alice Englert. como Dolly, Amanda Plummer como Louise, Corey Stoll como Charles Wainwright, Sophie Okonedo como Charlotte e Vincent D’Onofrio como o governador George Wilburn.

“Ratched” foi criada por Evan Romansky e é produzida por Ryan Murphy, Ian Brennan, Sarah Paulson, Alexis Martin Woodall, Aleen Keshishian, Jacob Epstein, Jacob Epstein, Jennifer Salt, Margaret Riley, Margaret Riley, Michael Douglas, Robert Mitas e Tim Minear.

RATCHED (L to R) SHARON STONE as LENORE OSGOOD and FINN WITTROCK as EDMUND TOLLESON in episode 103 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) SARAH PAULSON as MILDRED RATCHED in episode 108 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) SARAH PAULSON as MILDRED RATCHED and CYNTHIA NIXON as GWENDOLYN BRIGGS in episode 106 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) FINN WITTROCK as EDMUND TOLLESON in episode 102 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) CYNTHIA NIXON as GWENDOLYN BRIGGS in episode 102 of RATCHED Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) SARAH PAULSON as MILDRED RATCHED in episode 101 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) SOPHIE OKONEDO as CHARLOTTE WELLS and JON JON BRIONES as DR. RICHARD HANOVER in episode 105 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) SHARON STONE as LENORE OSGOOD in episode 105 of RATCHED Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) LIZ FEMI as LEONA and CHARLIE CARVER as HUCK FINNIGAN in episode 101 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

RATCHED (L to R) JUDY DAVIS as NURSE BETSY BUCKET in episode 101 of RATCHED Cr. SAEED ADYANI/NETFLIX © 2020

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HallowReels 2020 – Todos os Dias um Reels de Terror

Finalmente chegou o melhor mês do ano! O mês do Halloween! E a Trilha do Medo preparou um projeto super especial para que todos os dias de outubro você tenha uma experiência com o universo do terror, suspense, terrir, nem se for por 15 ou 30 segundos por dia (que é o caso).

Todos os dias um novo Reels será postado no nosso instagram @trilhadomedo. Então siga nosso perfil e fiquem ligados que dentre esses 31 Reels temos a participações de 11 criadores de conteúdo que contribuíram e fazem parte dessa festa: @booeoutrascoisas @caiodaquino @daibugatti @filmesencontrados @hipnoticosfilmes @horrorizadaspodcast @marcocinematography @museudomedo @portaldohorror @terrordequinta_ @tomeiumsusto já segue todo mundo pra não perder!

Borá curtir o mês de Halloween com o nosso HallowReels?!

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Notícias

Realidade Cruel contra Mulheres é mostrada em “Bom Dia, Verônica” da Netflix

“Bom Dia, Verônica” é uma obra literária nacional que ganhou adaptação pela Netflix e tem estreia marcada para dia 1º de outubro. A pergunta que vou responder pra você é… A série está tão boa quanto o livro? Descubra abaixo!

“Verônica Torres tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Após presenciar um suicídio, alguns traumas do passado vêm à tona. Na mesma semana, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, ele decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas mulheres: a jovem suicida enganada por um golpista na internet e a esposa subjugada pelo marido, um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.”

Tive a oportunidade de ler o livro em 2018 e infelizmente a minha “boa memória” não me permite lembrar detalhes para comentar o que achei da adaptação, mas o que pude notar é que o início da série tem uma mudança de algo bem marcante, que não chega a alterar nada no enredo, mas particularmente eu prefiro como está no livro. Você que leu vai saber do que estou falando, já pra quem apenas assistiu é uma cena bem marcante na delegacia logo no início do primeiro episódio.

Raphael Montes e Ilana Casoy escreveram e também produziram a série, e posso adiantar que eles fizeram um trabalho incrível. Porém, quando se trata de qualquer tipo de produção nacional o público brasileiro sempre pesa a mão na hora de criticar e qualquer detalhe que não agrade é motivo para desmerecer um trabalho. E aqui os detalhes que podem gerar um incomodo não atrapalham o ótimo desenvolvimento narrativo.

Atuações são o que sempre diferem de produções estrangeiras, pois estamos ouvindo nossa língua materna, qualquer frase que soe como algo decorado ou que tenha um exagero estranho que não condiz muito com a situação e fica aquele clima de frase de efeito, desagrada e muito. E em “Bom Dia, Verônica” temos atuações que conseguem evocar o desconforto, a preocupação e até mesmo uma tensão, tudo no bom sentido. Tainá Müller interpreta uma Verônica poderosa que é de tirar o chapéu. Quando descobri que o Eduardo Moscovis seria o Brandão, fiquei com uma pulga atrás da orelha, mas ele conseguiu mexer com meu íntimo nos primeiros episódios! E o que dizer de Camila Morgado que interpreta Janete, uma personagem cheia de problemas, onde Morgado transmite suas inseguranças logo em suas primeiras cenas, é fácil sentir o medo dela só pelo olhar.

Dois detalhes que incomodaram foram a trilha sonora e o desenrolar acelerado de algumas cenas. Algumas músicas, principalmente durante investigações poderiam ser mais obscuras para causar uma tensão maior, que não é o caso. E podemos notar que correram com algumas cenas, conversas que sofrem um corte depois de 2, 4 frases e pula pra outra interação. Isso faz com que a série se torne mais dinâmica, sem dúvida, mas também impede que sintamos mais empatia pelo que tal personagem está passando naquele momento exato. Mas ainda assim “Bom Dia, Verônica” consegue manter uma qualidade incrível, com uma paleta de cores bonitas, fotografia que deixa São Paulo uma cidade totalmente cinematográfica e sobre a história nem preciso comentar.

Os casos são intensos, as críticas sobre machismo, corrupção, e o quão as mulheres são violadas pela sociedade é de doer. É uma realidade cruel sobre o que as mulheres são forçadas a enfrentar todos os dias. São mais de 30 casos de estupros por dia apenas em São Paulo, como é citado na série.

Outra coisa muito boa usada nos primeiros episódios foram os cliffhanger que te deixa com muita vontade de continuar assistindo os próximos episódios pra saber o que vai acontecer, um recurso que anda muito em falta nas séries!

Se você gosta de séries criminais e investigação, “Bom Dia Verônica” com certeza vai te agradar. Até você que não é muito fã do gênero pode acabar curtindo a série.

O livro “Bom Dia, Verônica” foi lançado pela Darkside Books, se você tem interesse em adquiri-lo aqui está o link. E assista a série aqui.

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